De cabelos ao vento na minha bicla, lá vou eu nem todos os sábados de manhã. A pedalar, a pedalar...
Tento respirar o ar que as flores respiram e pisar o chão que os animais de quatro patas pisam (mas que fiquem longe de mim).
De repente paro a minha bicla e com vontade de levar os campos comigo, levo apenas algumas flores dentro da minha garrafa da água. (Que se lixe a minha sede).
Devolvo a velocidade aos pedais, e os punhos do guiador voltam a sentir a pressão das minhas mãos que se descontraem ao sabor do vento.
E quando passo a ponte de volta a casa... o meu corpo pede um lugar macio onde se possa atirar.
Olho para elas e percebo pelo seu ar despenteado que não gostaram da viajem.
Prometo: Não mais voltarei a arrancar-vos por um capricho meu. A minha garrafa até pode vos matar a sede mas não é lá o vosso lugar.
Tento respirar o ar que as flores respiram e pisar o chão que os animais de quatro patas pisam (mas que fiquem longe de mim).
De repente paro a minha bicla e com vontade de levar os campos comigo, levo apenas algumas flores dentro da minha garrafa da água. (Que se lixe a minha sede).
Devolvo a velocidade aos pedais, e os punhos do guiador voltam a sentir a pressão das minhas mãos que se descontraem ao sabor do vento.
E quando passo a ponte de volta a casa... o meu corpo pede um lugar macio onde se possa atirar.
Olho para elas e percebo pelo seu ar despenteado que não gostaram da viajem.
Prometo: Não mais voltarei a arrancar-vos por um capricho meu. A minha garrafa até pode vos matar a sede mas não é lá o vosso lugar.

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